Mercado imobiliário - Perspectiva 2023

O que dizem os especialistas para quem compra, vende ou aluga imóveis.
Com seu ótimo desempenho em 2021, o mercado imobiliário conseguiu manter um comportamento positivo em 2022, que é o explicativo das premissas positivas para o setor que tende a crescer em 2023.
Graças ao bom desempenho em 2021, que registrou o maior crescimento nos últimos dez anos, de acordo com o estudo Indicadores Imobiliários Nacionais do 4º trimestre de 2021, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o ano de 2022 conseguiu manter um comportamento positivo.
Em 2021, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), no país tivemos mais de 150 mil lançamentos imobiliários em 2021 e foram vendidas mais de 143 mil unidades. Também segundo este mesmo levantamento a cidade de São Paulo possui 30% destes lançamentos com 81,8 mil unidades e 66 mil vendidas.
Este cenário foi positivo mesmo com o início do ciclo de alta da taxa Selic que durante o ano de 2021 foi de 2% para 13,75% ao final do ano, porém especialistas afirmam que este efeito só foi sentido pela economia em 2022.
Com uma recuperação econômica acima do esperado em 2022 o mercado imobiliário conseguiu balancear o cenário que se apresentava com o aumento de juros que deve fazer com que o país cresça em torno de 2,75% com quedas nas taxas de desemprego na mesma proporção.
Mas o que esperar de 2023?
A Brain Inteligência Estratégica, em parceria com a ABRAINC, entrevistou 356 empresários do setor imobiliário para saber quais seriam as suas percepções para o mercado em 2023.
Cerca de 62% dos entrevistados acreditam que este ano estará um pouco ou muito melhor do que em 2022. Além disso, 55% avaliaram que as vendas de 2022 estiveram de acordo ou acima das metas previstas no início do ano.
Em São Paulo, segundo o levantamento da SECOVI-SP, o número de lançamentos cresceu 5,9% nos últimos 12 meses, deixando a capital paulista com oferta de mais de 66 mil disponíveis para venda tanto na planta, em construção ou prontos.
Também, segundo o coordenador de cursos e negócios imobiliários da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Alberto Ajzental, há uma tendência de desaceleração no preço dos imóveis em 2023. Diz ele: "Dificilmente os aumentos de preços de 2022 vão se repetir em 2023. Deve haver algum aumento, mas numa escala menor".
Assim o desenho que se forma é promissor, com uma taxa de juros competitiva, o país com uma diminuição no desemprego e com os lançamentos imobiliários em alta.
Ainda com dúvidas? Também acha que chegou a hora de comprar, alugar ou investir em imóveis?
Entre em contato conosco e saiba mais sobre o tema.
O jeito Primeiro Plano de Ser.
Fontes que colaboraram para este Blog.
https://conteudos.quintoandar.com.br/tendencias-mercado-imobiliario-2022/#h-como-esta-o-mercado-imobiliario-no-brasil-hoje
https://www.abrainc.org.br/
https://www.tegraincorporadora.com.br/blog/mercado/mercado-imobiliario/
Com seu ótimo desempenho em 2021, o mercado imobiliário conseguiu manter um comportamento positivo em 2022, que é o explicativo das premissas positivas para o setor que tende a crescer em 2023.
Graças ao bom desempenho em 2021, que registrou o maior crescimento nos últimos dez anos, de acordo com o estudo Indicadores Imobiliários Nacionais do 4º trimestre de 2021, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o ano de 2022 conseguiu manter um comportamento positivo.
Em 2021, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), no país tivemos mais de 150 mil lançamentos imobiliários em 2021 e foram vendidas mais de 143 mil unidades. Também segundo este mesmo levantamento a cidade de São Paulo possui 30% destes lançamentos com 81,8 mil unidades e 66 mil vendidas.
Este cenário foi positivo mesmo com o início do ciclo de alta da taxa Selic que durante o ano de 2021 foi de 2% para 13,75% ao final do ano, porém especialistas afirmam que este efeito só foi sentido pela economia em 2022.
Com uma recuperação econômica acima do esperado em 2022 o mercado imobiliário conseguiu balancear o cenário que se apresentava com o aumento de juros que deve fazer com que o país cresça em torno de 2,75% com quedas nas taxas de desemprego na mesma proporção.
Mas o que esperar de 2023?
A Brain Inteligência Estratégica, em parceria com a ABRAINC, entrevistou 356 empresários do setor imobiliário para saber quais seriam as suas percepções para o mercado em 2023.
Cerca de 62% dos entrevistados acreditam que este ano estará um pouco ou muito melhor do que em 2022. Além disso, 55% avaliaram que as vendas de 2022 estiveram de acordo ou acima das metas previstas no início do ano.
Em São Paulo, segundo o levantamento da SECOVI-SP, o número de lançamentos cresceu 5,9% nos últimos 12 meses, deixando a capital paulista com oferta de mais de 66 mil disponíveis para venda tanto na planta, em construção ou prontos.
Também, segundo o coordenador de cursos e negócios imobiliários da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Alberto Ajzental, há uma tendência de desaceleração no preço dos imóveis em 2023. Diz ele: "Dificilmente os aumentos de preços de 2022 vão se repetir em 2023. Deve haver algum aumento, mas numa escala menor".
Assim o desenho que se forma é promissor, com uma taxa de juros competitiva, o país com uma diminuição no desemprego e com os lançamentos imobiliários em alta.
Ainda com dúvidas? Também acha que chegou a hora de comprar, alugar ou investir em imóveis?
Entre em contato conosco e saiba mais sobre o tema.
O jeito Primeiro Plano de Ser.
Fontes que colaboraram para este Blog.
https://conteudos.quintoandar.com.br/tendencias-mercado-imobiliario-2022/#h-como-esta-o-mercado-imobiliario-no-brasil-hoje
https://www.abrainc.org.br/
https://www.tegraincorporadora.com.br/blog/mercado/mercado-imobiliario/
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